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10 de março de 2022

Estudantes da Bahia participam do 9º Congresso de Inovação

CNI Escola SESI Inovação Robótica

 

Alunos do ensino médio irão disputar e apresentar a empresários competição de robótica FTC em um dos maiores eventos do gênero da América Latina, em São Paulo 

Estudantes da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, da Bahia, participam do Congresso Braseiro de Inovação Foto: Victor Andrade/CNI

 
Da CNI

Trinta e seis estudantes de nove estados estarão em São Paulo entre os dias 9 e 10 de março para o  9º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria. Eles participarão de uma edição especial da competição de robótica FIRST Tech Challenge (FTC), em que projetam, constroem, programam e pilotam um robô de até 19 kg. 

A equipe XMACHINE, da Escola SESI Reitor Miguel Calmon, em Salvador, garantiu uma vaga e vai representar a Bahia. Os estudantes Antônio Miguel Souza, João Vitor Campos e Lara Alves serão acompanhados pelo técnico Bruno Leal de Souza. Eles esperam trazer para casa um dos prêmios que serão disputados nesta edição: 

1. Desafio da Inovação: as equipes competem individualmente em partidas de 1 minuto, em que os robôs precisam fazer o maior número de pontos entregando as cargas nos locais corretos. Duas equipes levam o prêmio, a finalista e a campeã; 

2. Campeões de Arena: os robôs também precisam demonstrar habilidade, mas, nesse caso, duas equipes competem juntas, em aliança, o que requer estratégia e cooperação para que as ações na arena sejam complementares. Serão premiadas as duas equipes da aliança finalista e as duas equipes vencedoras. 

Ao todo, participam 12 times de Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul. As equipes de FTC são formadas por até 15 estudantes e dois técnicos, mas, para essa edição do Congresso, estarão presentes três competidores e um técnico de cada time. 

Além da arena para disputa dos robôs no espaço do Serviço Social da Indústria (SESI), haverá uma área de treino no piso inferior, onde os estudantes receberão empresários e o público geral em visitas guiadas para conhecer a modalidade. 

Com o FTC na programação do Congresso, o SESI pretende aproximar a indústria da robótica, possibilitar que os empresários conheçam a competição, as inovações que ocorrem no processo de desenvolvimento dos robôs e o impacto positivo na formação dos estudantes. Em outros países, grandes empresas, como Qualcomm, Apple e GM, veem as equipes como a oportunidade de investir em projetos educacionais e na formação de banco de talentos. 

Saiba mais sobre o Congresso de Inovação 

O torneio de robótica faz parte da programação de um dos maiores eventos sobre tendências e boas práticas em inovação da indústria brasileira e mundial. Realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Congresso promove debates com lideranças de grandes empresas nacionais e multinacionais para chamar atenção para a agenda da inovação e torná-la uma estratégia de desenvolvimento para o país.  

Pela primeira vez, o evento ocorre em formato híbrido. A competição de robótica ocorre apenas presencialmente, no World Trade Center, com a divulgação na Agência de Notícias da Indústria e no Instagram e Facebook Festival SESI de Robótica.  

Boa parte da programação, porém, incluindo os painéis e a plataforma de networking, estará acessível on-line. A transmissão ao vivo terá capacidade para mais de 15 mil acessos simultâneos, portanto, garanta sua inscrição e anote na agenda.  

O FIRST Tech Challenge (FTC) é uma das modalidades de robótica da organização sem fins lucrativos FIRST. Nela, estudantes de 14 a 18 anos devem fazer a gestão de uma empresa, desenvolver um projeto de impacto na comunidade e construir e pilotar robôs de até 19 kg. 

Cada temporada de competição – que acontece em âmbito regional, nacional e internacional – dura um ano e tem um tema. Nesse período, os jovens têm o primeiro contato com engenharia e programação, já que os robôs construídos com peças reutilizáveis de madeira, acrílico, plástico e metal devem cumprir uma série de atividades em uma área de 16 metros quadrados, de forma autônoma e tele operada. 

A equipe ainda elabora estratégias de marketing e um plano de responsabilidade social, além de produzir um Caderno de Engenharia, detalhando as ações e o desenvolvimento do robô. Em uma competição tradicional, eles disputam até 13 prêmios.  

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