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29 de abril de 2026

FIEB vê avanço na decisão do Copom e espera menor custo do crédito com a redução dos juros

FIEB Política Monetária Posicionamento

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, no final desta quarta-feira, 29.4, o corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic. A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) avalia positivamente a medida. Para a instituição, “a redução gradual dos juros é um sinal vital de compromisso com o desenvolvimento sustentável do país e da Bahia. A Federação reitera sua confiança de que o Banco Central, mantendo seu rigor técnico, saberá ponderar os desafios da economia real, garantindo um ambiente favorável ao crescimento, ao investimento e à geração de empregos”. Confira a nota na íntegra:

NOTA DE POSICIONAMENTO DA FIEB

A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) recebeu de forma positiva a recente decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, compreendendo este movimento como um caminho fundamental para um novo ciclo da política monetária. Embora o patamar dos juros permaneça elevado, a entidade identifica espaço para novos ajustes nas próximas reuniões, visão que é sustentada pela trajetória controlada da inflação, acumulada em 4,14%, patamar que se mantém abaixo do teto da meta para 2026.

Essa continuidade dos cortes é estratégica para revitalizar a atividade econômica, que apresentou uma expansão contida de 0,10% no último quarto trimestre. Como motor do desenvolvimento nacional, a indústria brasileira aguarda com otimismo medidas que reduzam os custos operacionais e tornem o crédito mais acessível, especialmente em um momento em que o setor sofre os impactos da crise energética provocada pela elevação do preço do petróleo.

Sob a perspectiva global, a redução dos juros alinha o Brasil às tendências de outras economias, uma vez que mercados como os EUA (3,50% a 3,75%), a Europa (2,15%) e países emergentes como o México (6,75%) operam com taxas mais competitivas. Uma sinalização clara de queda por parte do Banco Central confere o fôlego necessário para que o Brasil compita em condições de igualdade no mercado externo.

A adoção de uma postura mais flexível mostra-se estratégica frente aos desafios geopolíticos e à volatilidade das cadeias de suprimento globais, exigindo união para restaurar a competitividade e transformar o potencial brasileiro em investimento produtivo real.

Para a FIEB, a redução gradual dos juros é um sinal vital de compromisso com o desenvolvimento sustentável do país e da Bahia. A Federação reitera sua confiança de que o Banco Central, mantendo seu rigor técnico, saberá ponderar os desafios da economia real, garantindo um ambiente favorável ao crescimento, ao investimento e à geração de empregos.

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