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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Com R$2,3 mi liberados, Sicoob/Credifiemg aposta em visitas a indústrias para estreitar relacionamentos

 

Para avaliar as reais necessidades financeiras da indústria, o gerente de relacionamento da Sicoob Credifiemg, Leonardo Castilho, e Ana Paula Almeida, do Núcleo de Acesso ao Crédito da FIEB, vão visitar 13 empresas da Região Metropolitana de Salvador até a próxima quinta-feira, 03/12. Desde que o convênio entre as duas instituições foi assinado, no último mês de outubro, 20 contas foram abertas. E o Credifiemg liberou até o momento R$2,3 milhões a cinco empresas. 

 

Castilho explica a importância dessas visitas. “É o momento em que a gente conhece o dia-a- dia da empresa, onde a gente tem o contato com o financeiro e é passado para a gente, de uma forma mais precisa, quais são as reais necessidades da empresa e qual é a expectativa", declarou o gerente. 

 

Em cada uma das visitas, Leonardo e Ana Paula vão explicar as linhas de crédito, as diferenças para o sistema bancário e a participação nos lucros. “É quando a gente cria também um relacionamento mais próximo. As visitas são de extrema importância”, assinalou. 

 

Nascido no Rio Grande do Sul, onde o cooperativismo é amplamente praticado, o empresário Hari Hartmann, da camiseria Polo Salvador, declara que está motivado desde o início do convenio com a Credifiemg. “É uma cooperativa em que você junta os esforços e consegue mais. Une as experiências e a boa vontade das pessoas que têm o mesmo intuito”, afirma Hari, defensor da ideia de que quando se pensa no coletivo, o individual também sai ganhando.

 

“As empresas têm um retorno financeiro melhor nas três operações, no crédito, em investimentos e no operacional, como a fatura de boletos”, atesta Adilson Ribeiro Almeida, diretor administrativo da Pacific do Brasil, empresa do Grupo Indeba. 

 

Presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico da Bahia (Simmeb) e diretor da Emcil , Bruno Menezes considera que esse foi um excelente momento para que o convênio entrasse em vigor, por conta dos prejuízos acarretados com a pandemia. “Muitas empresas estão passando por dificuldades financeiras, pois tiveram que reduzir a produção e isso gerou um desfalque no caixa”, afirma.