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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Moveba visita área de mobiliário do SENAI

Diretoria do sindicato conhece cursos oferecidos e apresenta demandas em qualificação.

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Diretoria do Sindicato e empresários conheceram os cursos de formação oferecidos no SENAI Dendezeiros. Foto: Lucio Távora /Coperphoto/Sistema FIEB.

 

Conhecer os cursos e levantar demandas para a área de Madeira e Mobiliário do Senai foi o foco da visita técnica que diretores e representantes de empresas associadas ao Sindicato da Indústria do Mobiliário do Estado da Bahia (Moveba) realizaram nesta terça-feira (05.12) na unidade do Senai Dendezeiros.

 

O gerente da Unidade, Adroaldo Dória, realizou um apresentação sobre o SENAI e os cursos ofertados, dentre eles o de jovem aprendiz e os de qualificação profissional, ambos gratuitos e que podem ser formados a partir da demanda do sindicato. “Precisamos manter este contato com os empresários para atender, de fato, à Indústria”, afirmou a coordenadora dos cursos da área de Madeira e Movelaria do SENAI, Rosemar Matos.

 

No encontro foram levantadas necessidade especificas em capacitação para as indústrias de móveis e de como o SENAI pode atender as demandas de qualificação profissional do setor.  “Temos que estar atentos em não apenas treinar pessoal e formar, mas também em criar e inovar em nosso setor”, Maurício Lassmann, empresário e Diretor do Moveba.

 

Em seguida, os empresários percorreram as instalações do SENAI e conheceram a estrutura da área de Madeira e Movelaria da unidade, e do Teoprax, metodologia de ensino que envolve a identificação de uma problema ou de uma melhoria no processo e a apresentação de uma solução técnica, por alunos supervisionados por especialistas do SENAI.

 

O presidente do Moveba, João Schnitmann, ressaltou a importância da iniciativa. “Além de conhecermos o que o SENAI tem feito em cursos voltados para o setor de mobiliário, tivemos a oportunidade de expor nossas demandas e estreitar ainda mais a relação para que os cursos sejam aderentes às demandas das nossas empresas”, afirmou.